Visual e inspiracional

FIND 2010, o que houve por lá

Posted by Letícia Motta under Design, Sites, Tecnologia, Vídeos on 29 August, 2010

Oi gente, cheguei há pouquíssimo tempo do FIND, Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital, com a realização da @arteccom, que aconteceu hoje na UERJ, Rio de Janeiro. Aproveitando que as informações estão fresquinhas ainda na cabeça, segue um pequeno resumo do que houve por lá. Bom, de cara podemos dizer que muito se falou de mídias sociais, da mistura entre os mundos da comunicação, o offline e online, defendendo a ideia de um multi-line.

Integração, equilíbrio e abrangência seriam as palavras chave das palestras, a meu ver.

Os palestrantes foram:

Michel Lent Schwartzman

Ogilvy, @lent no Twitter

Michel abriu o evento com o tema “O Cyber brasileiro morreu?” e falou sobre a integração de mídias. Com exemplos de cases premiados em Cannes, comentou sobre a classificação das peças em categorias que não necessariamente refletem aquilo que as peças são. Ou seja, um case premiado na categoria cyber, não necessariamente é um banner ou site, mas um vídeo veiculado na internet. E por que não premiá-lo na categoria de vídeos então? Concluiu com isso que atualmente as ideias são multi-classificáveis e que uma boa ideia não depende de dinheiro. Exemplificou com o case Boteco Aurora, abaixo.

Além disso, mostrou o case Nike Plus, premiado em Cannes na categoria Titanium (a categoria surgida para premiar estas peças que não são exatamente uma área específica) em 2007, que integra mundo físico com virtual através de um dispositivo acoplado à sola do seu Nike, que sincronizado com o iPod e o site, permite que você gerencie suas corridas, resultados e evoluções.

Fernando Barbella

BBDO Argentina, @grizzluza no Twitter

A palestra de Fernando Barbella reafirmou o que foi falado por Michel Lent, que não existe mais o Online ou o Offline, mas um Multi-line. Comentou que a tecnologia deve ser invisível falando por si mesma. Ou seja, a ideia usa a tecnologia mas não depende dela, ela se espalha por conta própria, o que faz da tecnologia “invisível”. Fernando usou o vídeo abaixo como exemplo de como nasce um viral.

Seguem abaixo os outros vídeos mostrados: Doritos — Slow Dance e Nike Human — 10k Race.

Joseph Crump

Razorfish, @josephcrump no Twitter

Joseph começou sua palestra com uma imagem interessante de um condomínio de luxo no Morumbi e ao lado uma comunidade de casas humildes. Uma lacuna entre classes sociais e a pergunta: qual dos dois mundos acessa mais a internet? Quem achou que era a classe A, no final se convenceu que não. A Internet vem reduzindo a lacuna entre as classes sociais.

Crump apresentou o novo público usuário que vem se formando no Brasil e América Latina. Um grupo de pessoas de classe média que tem noção da importância da tecnologia e se insere neste universo de formas distintas. Alguns como curiosos, outros como empreendedores, criando Lan-Houses ou se aventurando em empregos surgidos por causa da web, ou como uma nova era que ainda na infância já não se imagina sem o uso de computadores ou celulares.

Focou que o mercado mobile vem crescendo e vai crescer ainda mais, mas que o acesso à Internet via celular ainda é extremamente caro. E que para contornar estas taxas altíssimas de acesso, as pessoas optam pela obtenção de dados via BlueTooth.

Através de gráficos e estatísticas comparou que o uso da internet em locais públicos cresceu e que apesar da TV ainda ser o meio de comunicação mais abrangente, o público quando questionado diz que se sente melhor quando passa 2 horas acessando a Internet do que quando passa o mesmo tempo em frente à televisão.

Concluiu observando que o público feminino é uma grande força na Internet, principalmente neste novo grupo de usuários que se forma, que ele chamou de “Digital Middle Class”.

Mesa redonda

No fim, uma mesa redonda mediada por Marcelo Albagli, da Canvas, @marceloalbagli.

O evento foi muito bom, super válido e gostaria de ter anotado cada detalhezinho para poder compartilhar. Mas quem não foi neste, programe-se para ir no próximo. Certamente estarei lá! ;-)

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Criando uma identidade. O making-of.

Posted by Letícia Motta under Design on 19 August, 2010

Não, não é um tutorial gráfico de Photoshop ou Illustrator pra você fazer um logo cheio de reflexos e efeitos 3D. Isso é um post para lembrar que existem processos antes de meter a mão na tablet pra desenhar. Aliás, são estes processos que vão te ajudar a chegar a uma conclusão sobre o conceito da marca. O que ela precisa representar, o que ela vai, ou não, significar. Além de garantir que não existem outros 9.999.999 designers que já criaram a mesma coisa que você.

O briefing

Ok, você recebeu a missão de criar uma identidade visual. Que irado, várias ideias brotaram na sua mente, você vai pro livro Los Logos ano que vem com suas genialidades, e uau e #NOT. Não adianta você comunicar algo que eu não é o que a empresa quer mostrar. Li em um livrinho dia desses que Comunicação não é o que eu falo, mas o que você entende. Isto também serve para nós, designers. Afinal você não vai estar ao lado de cada um que passar ao lado da sua marca pra defender a sua ideia, né?

Então, antes de tudo, faça um briefing. Conheça a empresa, veja quanto tempo ela tem de mercado, qual a classe social predominante de clientes (A, B, C, D), que tipo de produtos saem mais, se é uma empresa tradicional, moderna, se o público é muito específico ou engloba uma grande parcela da sociedade etc. Não seja tímido e pergunte.

Além de conhecer a empresa, pesquise sobre os produtos ou serviços que ela oferece. Se é uma empresa que vende cadeiras de rodas, por exemplo, entenda como as cadeiras de roda funcionam, quais os modelos, pra que fim se destina cada modelo. Não vai dar para virar um expert em cadeiras de rodas, mas pesquise o essencial para você se sentir confortável sobre o assunto. Assim você pode passar para a fase 2: referências.

Referências e significados

Depois que você está com o seu briefing bem escrito, ansioso para layoutar logo a droga da identidade, você vai pesquisar referências visuais. Aliás, não só referências como significados.

Para isso, indico um livro que titio mandou comprar no primeiro período da faculdade, o “Dicionário de Símbolos, de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant”. Este livro tem significados culturais associados a vários símbolos. Isso evita que você cometa gafes como escolher uma cor que para nós representa felicidade e para outra cultura, fracasso.

Pesquise também significados das cores, e busque referências.

Certa vez, pesquisando sobre imagens associadas aos conceitos de infinito, perfeição e equilíbrio, eis que me deparo com milhões de símbolos matemáticos do infinito ∞, claro, e milhões de flores de Lótus. Não dá pra criar mais um símbolo desses, né?

Depois de pesquisa feita, salve suas referências e elabore uma apresentação legal para defender a sua ideia final para o cliente.

Ideias no papel

Agora você deve ter ficado com umas 2 ou 3 ideias na cabeça, e uma falando mais alto, provavelmente.  Pegue um papel e um lápis ( ESQUECE O COMPUTADOR POR ENQUANTO ) e comece a rabiscar. Pense mais nas formas do que nas cores. Afinal um bom logo precisa ser reconhecido quando aplicado em relevo sobre um papel,  numa xerox em preto e branco, numa serigrafia na parede. Trocando em miúdos, comece pensando no logo monocromático.  Claro que atualmente, as marcas costumam ter uma “versão digital”, com suas firulas internéticas, mas a mesma marca, se colocada em preto sobre o branco precisa ter sua forma bem pregnante.

Repare nesta coleção de logos vintage, da época em que não existia o Photoshop e “Bevel and Emboss” (aarrrghh), e veja como a forma é importante. Mestres do design de IDs (identidades) pensavam / pensam assim, como Alexandre Wollner e  Aloísio Magalhães.

Compre uma folhinhas milimetradas e papel vegetal e mande ver no old style.

Finalize a arte

Pelo título não preciso dizer muita coisa. Escaneie suas 2 ou 3 opções finais de marca, e vetorize. Mas vetoriza direitinho, não vai fazer que nem a mão do logo da Copa de 2014 não, hein? :mrgreen:

Pense na paleta de cores, e pense em CMYK, afinal se você fechou a marca com o cliente, você deve ter fechado também o PIV (Programa de Identidade Visual) completo, que inclui papelaria também.  Se você realizou o passo-a-passo direitinho, você já deve ter algumas cores que tem relação com o conceito da sua marca em mente.

Se você utilizar preto, verifique se o CMYK é C 0 M 0 Y0 K 100, para evitar pontinhos desfocados na impressão offset por causa da mistura de todas as cores. Verifique também se na escolha de qualquer cor, os valores de CMYK são inteiros, como 100, 95, 90 e não 98, 92, 87. Afinal para a impressora offset conseguir um tom que é 81% magenta, é mais fácil você colocar logo que é 80%.

Apresente ao cliente

Marque aquela reunião legal, leve seu MacBook Pro (ok, menos, eu também não tenho um), limpe seus óculos e voilá. Com aquela apresentação em pdf, pelo menos (morte ao Power Point) você vai mostrar a sua pesquisa, suas referências, conceitos e ideias finais. Mentalize bastante a solução que você mais gostou, talvez dê certo na hora do cliente escolher.

Frise bem que cada marca possui seu conceito, diferentes, e que não tem como misturar as duas marcas (bom já deixar avisado).

Marca escolhida, aprovada. Pronto. Pague um almoço pros seus amigos e me chame.

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Five Simple Steps, guias práticos sobre Design

Posted by Letícia Motta under Design, Livros on 17 August, 2010

Para quem curte uma leitura boa sobre vários assuntos distintos relacionados a Design, vale comprar os livrinhos (ou um dos…) desta coleção chamada de Five Simple Steps.

Os textos são em inglês e o pagamento em libras (através do PayPal), mas o precinho é bem acessível para baixar o pdf completo, ao invés de comprar o livro impresso e esperar viajar até a sua casa. Lembrando que você pode baixar o pdf resumido para ter ideia do conteúdo de cada livro.

Como são guias práticos, a leitura não parece ser chata nem de encher muita linguiça. Gostei.

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Giha Woo e o fazedor de linha reta

Posted by Letícia Motta under Design on 9 August, 2010

Não é bem uma régua, mas é incrivelmente genial. Um acessório projetado por Giha Woo para ajudar nossas queridas canetas a rabiscarem linhas retas.

Basta acoplar o acessório na sua caneta, e baseado no rolar da bolinha da ponta da esferográfica, ele te diz mais ou menos a distância que a caneta já percorreu.

Bom, queria mesmo é ir ali na papelaria e comprar um agora. Mas por enquanto a gente fica só com as fotos.

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Fotografia Art Nouveau?

Posted by Letícia Motta under Adds, Design, Fotografia, Ilustração on 5 August, 2010

Lindas imagens inspiradas no estilo Art Nouveau de Alphonse Mucha, com créditos do coletivo alemão Mierska-Kluska. Segundo as referências que li, esta série de fotos foi exibida na Plaza Magazine, mas a edição deste mês já mudou … :|

De qualquer forma ficam as imagens, lindas e muito bem executadas, mesclando fotografia com a delicadeza dos traços orgânicos e arabescos que dominaram o design na Belle Époque.

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Iconwerk e a criação de ícones

Posted by Letícia Motta under Design on 23 July, 2010

Quem é designer sabe que um ícone também faz parte da identidade visual de uma corporação.

Afinal,  pictogramas são uma maneira de explicar visualmente mensagens, através de formas que permitam a interpretação rápida e objetiva do seu significado, e que sejam legíveis em grandes ou pequenas dimensões.

Por conta disso estes singelos símbolos também merecem sua devida atenção. E atenção e dedicação a gente nota bem no site Iconwerk, portfolio de Stefan Dziallas.  Além de trabalhos para empresas como a Cisco e AOL, ele alimenta também seu canal do YouTube com vídeos bem legais.

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A sedução do design

Posted by Letícia Motta under Design, Livros, Vídeos on 20 July, 2010

Vídeo muito bom mostrando o poder da sedução do design, que afeta o consumo e o desejo. Entrevista boa com Deyan Sudjic, autor do livro “A linguagem das coisas”.

O assunto foca muito no design industrial, de produto, mas vale a pena ver, independente da sua área de atuação.

Aliás, vi um trecho do livro neste blog, e me interessou bastante:

“O uso exagerado da palavra designer a esvaziou de significados, ou a transformou em sinônimo de cínico e manipulador.”

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Xenofobia às avessas

Posted by Letícia Motta under Design on 13 July, 2010

Bom, gente. Sei que muita gente aqui no Brasil tem o sonho de estudar ou trabalhar lá fora, se aperfeiçoar no exterior. Concordo com todos vocês, afinal eu também gostaria de estudar na Visual School of Arts ou fazer um curso prestigiado no Royal College.  Ou qual desenvolvedor não gostaria de trabalhar na Google?

Pois bem, não estou aqui para acabar com os seus sonhos ( nem com os meus!),  mas só quero ser a sua consciência racional. O grilo falante do Pinóquio.

Bom, como boa nascida no Brasil, sempre notei a veneração do brasileiro em geral pelos países desenvolvidos, como Estados Unidos ou certos países da Europa.  Acho saudável que os profissionais se espelhem no que tem de bom lá e utilizem isso no seu dia a dia. Mas, o que costuma acontecer que acho bem maléfico, é a supervalorização da competência internacional e o desprezo do material nacional.  Uma coisa é você ir estudar ou trabalhar lá fora para se aperfeiçoar, outra coisa é você julgar que tudo que vem de fora é melhor, ou que o mercado de trabalho internacional é sempre lindo e maravilhoso, e que fazer freela pra gringo é estar livre de calotes e plágios.

Essa xenofobia às avessas  só se confirma quando vemos empresas nacionais mandarem seus briefings para agências estrangeiras criarem suas marcas, por exemplo, e enchem a boca para dizer que seu branding foi made in USA. Cara, quer mandar para uma empresa boladona lá de fora? Beleza. Mas mandar para qualquer uma estrangeira e encher a boca por causa disso acho feio, muito feio. Ilusão.

Temos agências excelentes aqui no Brasil, e mundialmente reconhecidas. Por que não valorizar os profissionais nacionais? Se isso não acontece por aqui, claro que mais e mais a galera vai buscar oportunidades lá fora,  trabalhar em uma das agências que fez a marca da sua empresa brasileira e aí finalmente ser reconhecido.  É uma regra de três.

Outra ilusão é a galera que acha que freela gringo é o reino das maravilhas. Não estou dizendo que seja ruim, é ótimo. Meu portfolio é em inglês pra facilitar a divulgação no mercado internacional, claro ( quem não quer, né? ). Mas só alerto para o seguinte: o mesmo cuidado que você toma aqui, tome lá. Faça seu briefing detalhado, escreva seus tópicos sobre alterações, divulgação, preços. Mantenha suas conversas armazenadas na caixa de email.  Concorrências com envio prévio de design, começar seu trabalho sem garantia nenhuma de pagamento.… É sinal de furada até em Marte. Open your eyes, broda.

E considere que você vai precisar conversar em outro idioma, provavelmente fazer chat em horários nada usuais por conta do fuso, criar uma conta internacional para receber seus pagamentos, ou usar o Paypal, que é uma ótima, mas ele sempre desconta uma porcentagem pelos serviços prestados. Claro que isso não é empecilho pra recusar freela gringo, né? Mas só pense nisso.  Não pegue o preço que você cobraria aqui, divida por 1,80, o valor do dólar, e mande esse orçamento pro cliente achando que vai tudo ser aprovado de primeira, que ninguém vai te pedir alteração e que depois deste freela você vai ser chamado para ser o ilustrador oficial da Nike.

Outro detalhe, não considere o seu cliente, ou o público que você precisa alcançar burro por ser brasileiro. Gente, isso é um absurdo. Já ouvi que usuário brasileiro é burro e não concordo em nada com isso. Usuário leigo existe no Brasil, no Egito, na Espanha e até no Japão, o país digital. Os públicos são diferentes em qualquer lugar do mundo e sempre vai ter a galera que não sabe nem o que um browser até o povo que já te hackeou no primeiro papo no Messenger.

Esse blá blá todo foi para defender o equilíbrio.

Todo mundo quer ser reconhecido internacionalmente, todo mundo quer trabalhos No exterior ou Do exterior. Fale outros idiomas, permita que seu portfo seja visto e entendido aí fora, mas não menospreze o seu país. Você vive num país em desenvolvimento e outros países já são considerados desenvolvidos, ok. A tecnologia é melhor? Tem mais recursos? Mais dinheiro? Talvez. Mas você é humano como o outro cara que está na Ásia ou na Europa e ninguém nasce desenvolvido por nascer em país rico. Todos estamos em desenvolvimento, sempre. Valorize seu potencial e represente bem o seu país. Só não caia nas armadilhas dos pensamentos antiquados e preconceituosos.

Bom, e isso não é um discurso político.

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No mundo perfeito

Posted by Letícia Motta under Design on 7 May, 2010

No mundo perfeito, os milhos de pipoca todos estouram, os pares de meias ficam sempre juntos, as pessoas respondem imediatamente aos emails. Isso na visão da designer Catrina Dulay com seus trabalhos vetoriais sobre o que acontece “in a perfect world”.

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A logomarca no meu designer

Posted by Letícia Motta under Design, Tecnologia on 16 April, 2010

Olá, amigos.  Este post é um pequeno lembrete de alguns termos usados de forma inadequada por aí. Alguns já bem cascudos, como logomarca e outros mais discretos, fora algumas confusões. Não se assuste, estamos aqui para esclarecer alguns errinhos.

fonte da imagem

Logomarca e Logotipo

Popstar no ranking dos termos usados erroneamente. Logo e marca querem dizer a mesma coisa, logo+marca nada mais é do que “marca+marca”. Marca quer dizer significado e Logo também, conceito, ideia… Não vou me estender muito nesse porque a galera já está meio cansada de saber. Mas acredito que quando alguém fala logomarca está querendo dizer Logotipo, que quer dizer o símbolo atribuído a um significado, um sinal que represente um conceito.

Tipologia e Tipografia

Top 2 no ranking do mal.

Quando se fala sobre tipos, fontes, letras, o correto é usar Tipografia, “forma da escrita”. Tipologia é oooutra coisa, é a classificação científica de um grupo de seres vivos. Se quiser saber se é melhor usar Helvetica ou Baskerville pro seu projeto, esteja certo de pesquisar qual é a tipografia correta.

Designer e Design

Gente, essa provavelmente não é pra você, mas sua tia  já disse isso alguma vez na vida. Se ela perguntar se você faz Designer, responde que isso é outra história. Pelo menos mais uns anos pra esperar seus filhos crescerem, ho ho ho. Lembre a sua tia que Designer com a terminação “er” significa “aquele que faz design”, como em algumas outras palavras em inglês. Quem faz filme é film maker, quem joga (play) é player, quem canta (sing) é singer. Mas antes que os professores de inglês me batam, isso não é uma regra…

Newsletter e mala-direta

Muita gente confunde um termo com o outro. Newsletter é o envio de conteúdo para quem deseja receber novidades sobre um respectivo site. É um HTML recebido por email com as news do site em que o usuário se cadastrou para receber tal conteúdo.

Já a mala direta é um email para divulgar produto, promoção, algo mais objetivo que induza o seu clique. Uma ação rápida de retorno objetivo.

Já a newsletter é um processo de fidelização a longo prazo.

Newsletter e Feed

Já que você sabe o que é newsletter, fica mais fácil entender a diferença para um feed RSS. A newsletter é um resumo de novidades / conteúdos que você recebe por email, ok. Já o RSS reproduz o conteúdo do site em formato baseado em xml que pode ser reconhecido por leitores de feed sem que você precise estar diretamente no site. Ou seja, se é gerada alguma informação nova no site, o feed dele é automaticamente atualizado, e você pode saber disso usando um leitor tipo Google Reader ou o do próprio browser, ou presente até mesmo no Microsoft Outlook.

Resolução e dimensão

Esse erro é mais cometido pela galera que está envolvida em algum projeto impresso e ainda nãopegou a manha do negócio. Resolução é o nosso conhecido dpi, dots per inch, ou pontos por polegada, que determina a quantidade de pontos  imagem em uma área determinada da imagem.  Já a dimensão é o tamanho físico do arquivo, o tamanho real, em centímetros, ou outra unidade de medida qualquer.

Trocando em miúdos,  se você tiver dois arquivos com as mesmas dimensões, por exemplo, 10x10cm e um estiver em 300 dpi e o outro 72 dpi, significa que os dois arquivos vão ser impressos com o mesmo tamanho, mas o que tem 300 pontos por polegada vai sair com uma resolução bem melhor do que o outro que só tem 72 pontos nessa mesma área.

Lembrando que isso importa e muito quando falamos de impresso. Porque no mundo digital e binário dos nossos computadores, tanto faz, importa mesmo suas dimensões em pixel. Se bem que vão te xingar se você fizer um site em 300 dpi. O padrão, no clã dos designers interativos é 72.  Já o contrário, se você pega aquela imagem de 20x20 cm para imprimir na sua revista sendo que a foto tem 72 dpi, chora porque vai ficar tudo pixelado.

Gadget e Widget

Explicando rapidinho, gadget é um aparato eletrônico, tecnológico, com utilidade cotidiana, como nosso celulares, iPhones, mp3 players, Dvds portáteis e afins.

Widgets são elementos de interface gráfica com o usuário (GUI), ou seja, qualquer elemento onde você pode interagir e possui interface gráfica. Bom, acho essa explicação geral demais proque chamamos de widgets hoje em dia. Widgets usualmente são pequenos componentes de interação com o objetivo de entreter ou informar o usuário, que podem ser compartilhados online ( inseridos em blogs, sites, etc) ou atuando nos desktops, como pequenos aplicativos geralmente mais leves que softwares. Lembrando que o sistema precisa ter um gerenciador de widgets para que isso possa funcionar, como os Win mais novos como Vista e 7 e Macs.

Mais sugestões? Envie um comentário. :)

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