Visual e inspiracional

FIND 2010, o que houve por lá

Posted by Letícia Motta under Design, Sites, Tecnologia, Vídeos on 29 August, 2010

Oi gente, cheguei há pouquíssimo tempo do FIND, Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital, com a realização da @arteccom, que aconteceu hoje na UERJ, Rio de Janeiro. Aproveitando que as informações estão fresquinhas ainda na cabeça, segue um pequeno resumo do que houve por lá. Bom, de cara podemos dizer que muito se falou de mídias sociais, da mistura entre os mundos da comunicação, o offline e online, defendendo a ideia de um multi-line.

Integração, equilíbrio e abrangência seriam as palavras chave das palestras, a meu ver.

Os palestrantes foram:

Michel Lent Schwartzman

Ogilvy, @lent no Twitter

Michel abriu o evento com o tema “O Cyber brasileiro morreu?” e falou sobre a integração de mídias. Com exemplos de cases premiados em Cannes, comentou sobre a classificação das peças em categorias que não necessariamente refletem aquilo que as peças são. Ou seja, um case premiado na categoria cyber, não necessariamente é um banner ou site, mas um vídeo veiculado na internet. E por que não premiá-lo na categoria de vídeos então? Concluiu com isso que atualmente as ideias são multi-classificáveis e que uma boa ideia não depende de dinheiro. Exemplificou com o case Boteco Aurora, abaixo.

Além disso, mostrou o case Nike Plus, premiado em Cannes na categoria Titanium (a categoria surgida para premiar estas peças que não são exatamente uma área específica) em 2007, que integra mundo físico com virtual através de um dispositivo acoplado à sola do seu Nike, que sincronizado com o iPod e o site, permite que você gerencie suas corridas, resultados e evoluções.

Fernando Barbella

BBDO Argentina, @grizzluza no Twitter

A palestra de Fernando Barbella reafirmou o que foi falado por Michel Lent, que não existe mais o Online ou o Offline, mas um Multi-line. Comentou que a tecnologia deve ser invisível falando por si mesma. Ou seja, a ideia usa a tecnologia mas não depende dela, ela se espalha por conta própria, o que faz da tecnologia “invisível”. Fernando usou o vídeo abaixo como exemplo de como nasce um viral.

Seguem abaixo os outros vídeos mostrados: Doritos — Slow Dance e Nike Human — 10k Race.

Joseph Crump

Razorfish, @josephcrump no Twitter

Joseph começou sua palestra com uma imagem interessante de um condomínio de luxo no Morumbi e ao lado uma comunidade de casas humildes. Uma lacuna entre classes sociais e a pergunta: qual dos dois mundos acessa mais a internet? Quem achou que era a classe A, no final se convenceu que não. A Internet vem reduzindo a lacuna entre as classes sociais.

Crump apresentou o novo público usuário que vem se formando no Brasil e América Latina. Um grupo de pessoas de classe média que tem noção da importância da tecnologia e se insere neste universo de formas distintas. Alguns como curiosos, outros como empreendedores, criando Lan-Houses ou se aventurando em empregos surgidos por causa da web, ou como uma nova era que ainda na infância já não se imagina sem o uso de computadores ou celulares.

Focou que o mercado mobile vem crescendo e vai crescer ainda mais, mas que o acesso à Internet via celular ainda é extremamente caro. E que para contornar estas taxas altíssimas de acesso, as pessoas optam pela obtenção de dados via BlueTooth.

Através de gráficos e estatísticas comparou que o uso da internet em locais públicos cresceu e que apesar da TV ainda ser o meio de comunicação mais abrangente, o público quando questionado diz que se sente melhor quando passa 2 horas acessando a Internet do que quando passa o mesmo tempo em frente à televisão.

Concluiu observando que o público feminino é uma grande força na Internet, principalmente neste novo grupo de usuários que se forma, que ele chamou de “Digital Middle Class”.

Mesa redonda

No fim, uma mesa redonda mediada por Marcelo Albagli, da Canvas, @marceloalbagli.

O evento foi muito bom, super válido e gostaria de ter anotado cada detalhezinho para poder compartilhar. Mas quem não foi neste, programe-se para ir no próximo. Certamente estarei lá! ;-)

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Pilot Handwriting, escrevendo à mão pelo teclado

Posted by Letícia Motta under Adds, Sites, Tipografia on 23 June, 2010

Como fazer para promover a venda de canetas em um ambiente em que todo mundo só usa computador — a Internet?

A Pilot teve uma sacadinha genial e completamente interativa que vai fazer todo mundo querer voltar à época dos papeis de carta. Simplesmente criaram um site, Pilot Handwriting, no qual você se cadastra (claro, para poderem ter você no banco de dados deles), e imprime uma folha para escrever todas as letras do alfabeto da sua maneira. Depois disso, você tira uma fotinha com sua webcam e cada caracter do alfabeto que você desenhou é reconhecido. A partir daí ele troca cada letra que você digitar pela sua manuscrita.

No fim das contas você escreveu à mão o que você mesmo digitou. Confuso? Dá uma olhada no vídeo e visite o site aqui.

Dica da @fernandaxc

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Panorama dos emails

Posted by Letícia Motta under Sites, Tecnologia on 22 June, 2010

Andei observando por um tempo a evolução de alguns emails como Yahoo, Gmail e Hotmail, os 3 que considero mais abrangentes por aí, e resolvi fazer uma singela comparação das tentativas de melhorias e listar quais são ainda seus defeitos.

Vamos listar por assunto:

Spam

Na categoria filtro de spams o Hotmail leva a menor nota. Aliás na minha caixa do Hotmail entra mais spam do que mensagem útil, e vou te contar que não adianta marcar como spam ou bloquear, as mensagens que querem me obrigar a comprar revistas sobre assuntos que nunca me interessei continuam lá. E o pior, é que o próprio mail marketing do Hotmail é um saco. O tempo todo recebo vantagens de ter um email deles. Pelo visto, filtro de spams para eles não é vantagem.

Não sei quanto ao novo Hotmail que estão prometendo por aí, mas baseado no de sempre, é #fail.

Já o Yahoo fica em cima do muro, por ter um filtro de spams razoável, mas sendo meio desequilibrado  às vezes e bloqueando emails importantes como confirmações de compra pela internet, renovações de senha, números de protocolo de atendimento. Preciso sempre checar minha caixa de spams para ver se algo importante não foi parar lá. Do mesmo jeito, o contrário também acontece. Recebo alguns emails que já marquei como spam, como notificações do tipo “você foi sorteada para viajar para o Caribe, basta clicar no link abaixo”, mas em menos volume que no Hotmail.

O Gmail recebe meus aplausos de pé por nunca, NUNCA, deixar passar nenhuma propaganda de Viagra  pra minha caixa de entrada. Nem contatos em chinês. Passam poucas propagandas que eu marquei já como spam, mas muito poucas mesmo.

Anexação e visualização de imagens

Começando pelo Yahoo, que foi o primeiro a permitir o “arrastar e soltar” para anexar um arquivo no email. A proposta foi absurdamente boa, mas com um porém: para fazer isso você precisava baixar um plugin e instalar. Daí vem o Gmail e NHAC!, abocanha a ideia sem precisar instalar coisa alguma.

Ainda no Yahoo, não acho a usabilidade muito interessante nessa parte não. Isso porque quando tem uma imagem anexada no email, no rodapé da mensagem aparece a miniatura da foto e o nome do arquivo. Se você clica na miniatura, abre o lightbox. Mas se você clica no nome do arquivo, ele faz o download. Agora, que raios eles pensaram quando acharam que o usuário ia achar isso lógico? Pra mim, clicar no thumb ou no nome significa a mesma coisa, não?

E o Hotmail? Hotmail agora tem suas novidades, como galeria de imagens direto dentro do email, em forma de mosaico ou slide. Ele permite o upload de fotos pesadas mesmo, que são armazenadas no Skydrive, o HD em nuvem da Microsoft e aí te manda o preview por email. Isso é teoricamente bonito, segundo o vídeo da nova versão 2010.

E o Gmail além do “arrastar e soltar” como citei antes, gera também o thumb das imagens anexadas  e te permite o preview do jpeg, abrindo uma nova aba no navegador e mostrando a imagem em 100%. Não estou querendo defender o Gmail de novo não, mas digamos que eu envie uma imagem com resolução imensa… Se o Yahoo abrir o lightbox, vai mostrar a imagem reduzida, obviamente, para caber na sua resolução. Se você quiser ver completa, vai ter que baixar! No caso do Gmail você abre o jpeg na nova aba, se quiser, salva, se não quiser não salva. Pronto.

Visualização e ferramentas de edição de documentos

E se você recebe um pdf, doc, xls, ppt? Como faz para abrir sem ter que fazer o download? Bom, no Yahoo, só lamento pra você.

No Hotmail novo, segundo o vídeo da Microsoft, você pode editar no Office online. Poxa, isso é legal, uma vez que a maioria da galera já está habituada a usar o Office mesmo.

No Gmail, temos o Google Docs, simples de mexer e levinho, e ainda te permite compartilhar com a galera do contato do email.

Mas se o Hotmail oferecer um Office tão leve quanto o GDocs (ihhh..) e permitir que eu adicione pessoas para compartilhar meu doc, e que possam editar o texto ao mesmo tempo que eu estou escrevendo, assim como o Google faz, aí sim os dois empatam neste tópico.

Bate-papo

Não é de hoje que os mail messengers estão por aí, e aliás acho incrível que meu Hotmail não tenha me oferecido este tipo de recurso ainda. Bom, segundo o novo Hotmail, claro que tem integração com o Windows Live Messenger. Aliás, no meu Hotmail aparece um bannerzinho dizendo “use o Windows Live Messenger no email”, mas quando eu clico para saber como faz, o primeiro passo já não é esclarecedor, já que ele me manda clicar num botão “Messenger” que não existe no meu email…  Então, Hotmail, zero pra você.

Já o Yahoo e Gmail têm o bate-papo ali na barrinha lateral, permitindo ficar visível ou invisível, ocupado, ausente etc.

Chato do Yahoo é que quando clico no nome de algum contato ele abre o chat numa nova aba, dentro do email mesmo, mas eu tenho que parar de ler meu email para conversar. E se estiver vendo as mensagens e a pessoa me responder, tenho que clicar na abinha do contato de novo. Retrabalho que o Gmail não me faz ter, já que ele abre o bate papo no cantinho inferior como se fosse uma pop-up discretinha. Assim posso falar enquanto vejo a Inbox. Tenho a opção de abrir em nova janela, o que faz minha janela de chat “soltar” do browser, não me deixando presa ao meu email. Acho eficaz.

Um passo em falso do Gmail foi o Google Wave, que não era necessariamente um bate-papo, mas deixava você interligado com todos os seus contatos o tempo todo. E o pior, quase que obrigatoriamente. Todo mundo enchia a boca para dizer que tinha um convite para o GWave, mas de verdade, os convites e o Wave levaram um caldo nessa onda. E ouvi rumores que agora de fato foi decretada a falência do Wave. Na boa, que bom. Para que dois “Twitters”?

Organização de mensagens

Para os metódicos, este é o tópico mais importante. E certamente quem é metódico não usa Hotmail. Vamos lá falar do novo Hotmail, que parece ter uma organização decente de mensagens, mas enquanto eu não testo de fato, rejeito mais uma vez o serviço da Microsoft.

O Yahoo tem lá sua organização em pastas sim, mas eu  só posso mover a mensagem para umas pasta específica, diferente do Gmail, que me permite classificar mensagens sem precisar movê-las. Se eu quiser mover, posso fazer isso também.  Mas se você também prefere ter seus emails todos na Inbox e só acrescentar um marcador colorido com o assunto relacionado, então o Gmail é a festa. Ainda mais se você for no Google Labs e ativar mais cores para seus marcadores, aí vira um carnaval organizado.

Conclusão

Claro que este papo de emails dá pano pra manga, e se incluirmos então outros serviços como Terra, IG, UOL e até o falecido BOL, aí é melhor fazer um blog só pra isso. Mas na verdade, entre estes 3 gigantes, a conclusão é que o Hotmail precisava demais de uma repaginada total, enquanto o Gmail está na lista dos recursos úteis, práticos e leves. O Yahoo é bem popular, mas acho que ele fica com a medalha de prata.

Ah, e para quem estava interessado em ver as novidades prometidas para o Hotmail, dá uma olhadinha:

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Google Fonts API

Posted by Letícia Motta under Sites, Tipografia on 19 May, 2010

Não vou dar esta notícia dando piruetas de surpresa porque a gente sabe que o rola de invenção por aí acaba sendo englobada pela Google mesmo. Mas que é legal, é.

Bom, o que a Google está criando agora é o Google Fonts API, ou seja um API que permite que você insira fontes diferentes das padrões para web, as conhecidas Arial, Georgia,Verdana, Tahoma etc etc, sem ter que colocar isso como imagem. Sabe quando você quer colocar um título em uma fonte diferente, tipo Monotype Corsiva ( nãããããããooo!), mas pra isso você precisa recortar a imagem do texto escrito com esta tipografia e inserir no site? E o texto na verdade é uma imagenzona não selecionável?

Bom, você pode se perguntar, mas o que que tem meu título ser uma grande imagem? Eu não sou radical a ponto de xingar você de herege do HTML, até porque sou designer e sei que essas fontes de sistema não ficam com aquele aspecto de Sharp ou Crisp do Photoshop… Mas o lado bom é que um texto realmente reconhecido como texto numa página da web conta pontos para o SEO do seu site, facilitando sites de busca para que achem você!

Voltando… um API de fontes permite que a tal família tipográfica não-padrão seja embedada no código e que seus textos possam ser lidos em Monotype Corsiva (urgh!) mas 100% selecionáveis e editáveis. Lindo não? Se não fosse em Monotype Corsiva, lógico.

Bom, mas tudo seria mais lindo se este embedamento da fonte não fosse meio complicadinho e pesado. APIs aos montes foram criadas para isso. Mas muita gente ainda não conhecia ou sofria um pouquinho pra fazer o lance funcionar.

A inovação da Google está em ter uma biblioteca exclusiva de fontes, deixando o código bem mais simples, fazendo com que a parte de embedar a fonte no código seja pulada, sendo necessária somente uma linhazinha de código para fazer a letra diferente aparecer, leigamente explicando. Um facilitador e tanto!

O chato é que a biblioteca de fontes do Google é ainda beeem restrita. E não espero ver nenhuma Mrs.Eaves ou Helvetica aparecendo por lá. Bom, sei lá, né. Agora é esperar pra ver.

Veja aqui um vídeo explicando como que funciona (em inglês)

Dica do @fracazo

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Miss Landmine

Posted by Letícia Motta under Fotografia, Moda, Sites on 17 May, 2010

Essas misses são um pouco diferentes do esteriótipo convencional de beldades que estamos acostumados a ver por aí. Mas a diferença em questão é que todas aqui são vencedoras. O Miss Landmine Contest é um manifesto para divulgar a real beleza das sobreviventes das explosões de minas. O de 2008 foi em Angola e o de 2009 no Camboja.

Pra quem não sabe, as minas são explosivos programados para detornar com a proximidade de alguém. Alguém pisa, explode. Simples e trágico assim. Muitas ainda estão escondidas em território asiático e/ ou africano e infelizmente alguém é pego de surpresa por uma delas por lá.

O projeto é uma idealização de Morten Traavik.

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Codeorgan. Ouça o seu código.

Posted by Letícia Motta under Música, Sites, Tecnologia on 23 April, 2010

Criatividade musical é um talento. Agora, criatividade musical + código HTML é genial!  Ok, é inútil, mas é fantástico!

Codeorgan transforma o seu site em música. Mas como isso seria possível?! Agora que é  a parte da nerdice alheia:

1– O Codeorgan identifica o <body> do seu HTML e tudo que está dentro de <body></body> vai passar pelo filtro do algoritmo do mal.

2– O algoritmo do mal remove todos os caracteres que não sejam notas musicais dentro da escala pentatônica musical. Acredito que que sejam os caracteres diferentes de C, D, E, F, G, A, B, que equivalem às setes notas musicais.

3– Depois de formada a pauta musical com os caracteres que restaram do body, é hora de pensar nos instrumentos e ritmo que o algoritmo do mal também vai definir.

4– O sintetizador vai ser escolhido baseado na quantidade de caracteres que tem no seu HTML.

5– E o loop da batida é definido pela razão entre a quantidade de caracteres total da página e os que são reconhecidos como notas musicais.

Pronto, agora você sabe como seu site vira música.

A criação é da DLKW e eles não devem ter visto o sol até concluir o projeto.

Ah, aqui está o widgetzinho para testar agora o Codeorgan tocando o código do Cutedrop.

Ok, ficou horrível. Concordo. :shock:

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Not your mother javascript

Posted by Letícia Motta under Sites on 20 April, 2010

O título deste post não foi criado por mim. Foi criado por gente muito louca que faz vários experimentos com códigos para o Chrome. Graças a nossos amigos geeks podemos ver coisas que não dá pra acreditar que é só no código. Até cliquei com o botão direito sobre algumas experiência pra ver se aparecia os créditos do Flash, mas nem apareceu. #frustrei.

Esse site não é de todo novo, mas surgem loucuras novas a cada dia, como ferramentas para desenho, visualizações 3d de objetos e até Pong com janelas do browser. Visita lá!

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Opções online pra quem quer animar os ouvidos

Posted by Letícia Motta under Música, Sites on 19 March, 2010

Ouvir música online é inevitável. Desde que o last​.fm passou a ser pago, milhões de outras soluções brotaram na nossa horta. Claro que sempre existiram outras opções, mas agora parece que chove rádio, com embed do You Tube então nem se fala. Parei pra dar uma reparada e falar um pouquinho sobre o que eu acho que se tornou importante em termos de playlists e radios online de uns tempos pra cá.

Vamos lá pro resumão:

Blip​.fm

Velho conhecido. No início tinha todas as músicas livres por inteiro, sem nada e ninguém para impedir. Até que vetaram. Algumas músicas passaram a ter só 30 segundos disponíveis, o que tornou bem desagradável a situação. Então fizeram a integração com o Youtube. Então para algumas músicas que você busca, rola o vídeo do Youtube na barra lateral. Ok, aceitável. Boa solução. Continua bombante.

You Tube Disco

Uma variação do Youtube convencional, onde você busca uma banda, um cantor e ele sugere uma playlist pra você com músicas do cantor que você buscou mais relacionados. Tudo com vídeo do próprio Youtube, claro. Gosto muito.

Grooveshark

Nosso tubarão dançante é uma das melhores opções de rádio online que vejo atualmente. A busca retorna vários e vários resultados, com opção de favoritar, criar minhas playlists, além de poder ouvir somente as minhas músicas ou ativar o “radio” que me sugere sons do estilo semelhante ao que estou ouvindo. Interface legal, além de esteticamente interessante.

Stereomood

Rádio que sugere sons de acordo com seu humor. Está sonolento, raivoso, apaixonado? Filtre seus sons pelo seu estado de espírito. Se quiser uma sugestão, tem uma tag cloud gigantesca na home e você pode saber o que as pessoas mais sentem por aí… Não entendo muito o porquê de uma bola de futebol como imagem de background do site, mas tudo bem. Deixa quieto. A funcionalidade compensa.

Twit Radio

Novidade nacional!!!

Parecido com o Youtube disco, com a diferença que é atrelado ao Twitter, como sugere o nome. você pode falar com o DJ, o “dono” da radio, e ele recebe como reply.  Única coisa chata são as mensagens automáticas, já que eles têm acesso direto a sua conta. Criei minha conta pra ver como era a cara dele, e todo o meu círculo de amigos icou sabendo. Acho isso chatão. Bom, mas vale. Não acho ainda tão intuitivo… demorei a entender qual era a do tomate que aparece abaixo da música que está tocando. Acho que é algo do tipo “não gostei, pula pra próxima”.  Mas parabéns ao nosso mercado internético nacional.

Bom o que não falta é desculpinha pra ficar no silêncio, né?

Se alguém lembrar de mais opções, comenta aê!

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Web without words

Posted by Letícia Motta under Design, Sites on 17 March, 2010

No mundo dos designers, “Formas falam mais do que mil palavras”. Ok, ignorem o trocadilho infame e vejam que proposta interessante do designer gráfico Paul Amstrong.

Ele criou o site Web without Words, que pega sites famosos para transformar frases, fotos e marcas em simples formas primitivas. Vale a visita para notar o quanto um site pode ser reconhecido pela sua forma, diagramação e hierarquia.

Esse aí em cima é o nosso famoso Facebook. Reconheceu?

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Mais que um rostinho bonito. Parte 1 — M.A.C

Posted by Letícia Motta under Design, Moda, Sites on 24 February, 2010

Hoje resolvi juntar o bom ao agradável e começar uma nova pesquisa divertida de fazer. Ou bem frustrante.

No mundo dos delineadores, batons, bases e blushes, o que não falta é inovação. É high mega power up máscara para cílios, batom com partículas de ouro, esmalte metálico, matte, flúo, intergalático. Beleza. Mas e a inovação nos sites dessas marcas tão criativas?

Naveguei por alguns sites de marcas como Avon, M.A.C, Elke, Revlon, Maybelline, Natura, L’Oreal, LancômeYves Saint Laurent para ver o que eles andam oferecendo aos seus consumidores e usuários nos seus sites. Para ver se existe algo que cative o usuário da mesma forma que um produto de make-up cativa uma consumidora.

Começa neste post uma pesquisa pelas alternativas de interação nesses sites que vão além do “clique e veja nosso produto”. E me recuso a chamar esse tipo de interação de Web 2.0, porque acho esse termo desagradável e antigo ( #prontofalei , auhauha ).

Não estou necessariamente avaliando o design de nada (claro que um pouquinho é inevitável), mas procurando algo novo, bom e diferente. Um plus nessa vastidão de sites 800 x 600 tão 90’s  de marcas que parecem gastar todos os seus milhões em campanhas com estrelas de Hollywood no horário nobre da TV, mas que esquecem que uma boa mídia não está só nesses meios de comunicação. Há muito tempo — e coloca tempo nisso —  que a Internet já é reconhecida como um meio poderoso de divulgação.

Fiquei bem frustrada com as soluções bem meia boca que encontrei por aí, e me impressionei com outros sites que eram completamente meia boca e parece que entenderam a tendência.

Esse post será divido em algumas partes, cada um com a análise de um site em específico, não de todos, mas alguns com certas considerações. E hoje a gente começa com o seguinte:

M.A.C

O site da M.A.C pra mim foi o mais completo e melhor organizado entre os que pesquisei. Ele concentra tudo num site só, diferente da Avon por exemplo, que se empolgou tanto que criou hotsite pra cada coisa, mas isso a gente vê em outro post.

Não vi nada de tão moderno que oferecesse integração com redes sociais, ou aplicativos para Iphone ou mobiles em geral, mas de qualquer forma, considero o melhor dentre os sites pesquisados.

Achei o design interessante e apesar de não precisou de nada psicodélico para eu considerar interessante as soluções de interação e aproximação com o usuário.

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Bom, então vamos por partes, analisando cada item:

1 .Seleção por cores

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Você pode selecionar os produtos não pelas categorias, mas pelas cores.  E uma vez escolhida a cor você pode filtrar bem o tipo de produto que quer encontrar.

Achei legal pra uma experiência mais informal. Isso tem na Avon também, só pra constar e na Maybelline, de certa forma.

2. Produtos customizados

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O site da M.A.C é também ecommerce. E o legal é a opção de montar o seu kit de sombras com a cor que você quiser. Melhor do que comprar vários potinhos separados, né? Deve sair mais barato também. Montei meu estojo e sairia por somente 179 dólares (ui!).

3. Vídeos

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Nada demais, mas a galeria de vídeos com o passo a passo dos makes é sempre bem vinda. Encontrei também no site da Maybelline, L’oreal e Yves Saint Laurent.

Mas somente nos sites da M.A.C, Maybelline e no YSL que existe uma categoria reservada só para galeria de vídeos. No da L’oreal é mais difícil de encontrar, o usuário tem que entrar na página do tal do produto e só assim poder ver o vídeo específico. Não é um vídeo com dicas em geral.

Os outros sites além dos citados acima só mostram as dicas em forma de texto, no da M.A.C tem o vídeo e a opção de impressão.

4. Looks prontos

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A ideia é a seguinte: a M.A.C tem lá suas campanhas que eu entendi que funcionam como uma coleção nova numa loja de roupas, uma coleção Primavera-Verão por exemplo. Dentro de uma coleção dessas, profissionais criam vários looks possíveis com os produtos da campanha e se você gostar pode comprar o kit com todos os produtos usados para criar o tal look.  Tá certo que a aplicação dos produtos é mostrada através de um desenho esquemático, mas tudo bem. É padronizado para toda essa seção de Looks.

5. Live chat

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Diferente dos outros sites, em que você pode tirar suas dúvidas de maquiagem por email ou assinando uma newsletter para receber dicas de tempos em tempos, a M.A.C tem um chat diretamente com profissionais. Legal, xenti!!!! Enxeridamente entrei no chat e mandei uma dúvida fictícia, perguntando como eu podia usar batom vermelho sem parecer vulgar. A dona Angela que me atendeu me passou uma lista de produtos que combinariam bem num look vermelhão não vulgar. Não vou comprar nenhum produto que a querida Angela me recomendou, mas valeu a experiência. Ah, e no final do chat, quando você escolhe sair, aparece um pequeno questionário querendo saber se valeu a pena ter entrado no live chat ou não.

Bom é isso, achei o site da M.A.C completo, elegante e clean. Deu até vontade de passar na loja deles e comprar um batom daqueles de 80 reais, auhauha!

Aguardem o próximo post, falando da experiência do site da AVON.

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